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Código de barras ganha papel estratégico no varejo

Os supermercados e hipermercados se consolidaram como o principal canal de vendas de sucos prontos, concentrando 79% das compras da categoria, segundo estudo da Mosaiclab.

O código de barras vem ampliando sua relevância estratégica dentro da cadeia produtiva brasileira, deixando de atuar apenas como ferramenta de identificação para assumir papel central na integração entre indústria, varejo, logística e consumidor. Pesquisa da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil mostra que o recurso já está consolidado nas operações comerciais e logísticas das empresas.

Segundo o levantamento, a padronização da identificação se tornou indispensável para a comercialização de produtos, impulsionada pela integração entre lojas físicas, e-commerce, centros de distribuição e sistemas de gestão. Além de apoiar vendas e controle de estoque, o código de barras também fortalece processos ligados à emissão de notas fiscais e rastreabilidade.

A pesquisa aponta ainda que a tecnologia está presente na maior parte das operações industriais, impactando diretamente o faturamento das empresas. O avanço da rastreabilidade aparece como um dos principais movimentos do setor, especialmente em segmentos como alimentos, medicamentos e logística, onde o monitoramento da origem e circulação dos produtos ganha cada vez mais relevância.

Com consumidores mais atentos à transparência e operações mais dependentes de integração de dados, o código de barras reforça seu papel como infraestrutura essencial para eficiência, segurança e competitividade na cadeia de abastecimento.

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Para Tiago Cabral, CEO da Núcleo, transformar dados em vendas exige uma mudança cultural e operacional. O primeiro pilar é o planejamento com data-driven insights, que permite compreender o comportamento do shopper, segmentar pontos de venda e direcionar investimentos de forma mais precisa. Empresas que estruturam dados e integram analytics ao planejamento conseguem reduzir até 20% dos custos com ativações ineficientes, tornando o marketing mais estratégico e mensurável.

O segundo e o terceiro pilares são a automação da execução no PDV e o monitoramento em tempo real. A automação garante padronização, escala e agilidade na aplicação das campanhas, enquanto o acompanhamento contínuo da performance permite ajustes imediatos com base em evidências. Com dashboards integrados e dados em tempo real, o marketing deixa de ser apenas analítico e passa a atuar de forma operacional e preditiva, transformando

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